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Projetos de Inovação

A competitividade é apoiada pela inovação. Uma organização orientada à inovação obtém ganhos contínuos de eficiência em seus processos (produtivos, administrativos e financeiros), potencializando sua competitividade no mercado. A inovação é um fator fundamental para o crescimento econômico de uma sociedade.

O governo brasileiro reconhece a importância da inovação e criou e mantém incentivos para as organizações que investem em processos e produtos inovadores. Existem várias linhas de crédito disponíveis para apoiar projetos inovadores, incluindo fundos não reembolsáveis. Esses projetos são suportados pela Lei do Bem. A Lei n.º 11.196, de 21 de novembro de 2005, conhecida como Lei do Bem, em seu Capítulo III, artigos 17 a 26, e regulamentada pelo Decreto nº 5.798, de 7 de junho de 2006, que consolidou os incentivos fiscais que as pessoas jurídicas podem usufruir de forma automática desde que realizem pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica. Esse Capítulo foi editado por determinação da Lei n.º 10.973/2004 – Lei da Inovação, fortalecendo o novo marco legal para apoio ao desenvolvimento tecnológico e inovação nas empresas brasileiras.

Os benefícios do Capítulo III da Lei do Bem são baseados em incentivos fiscais, tais como:

  • Deduções de Imposto de Renda e da Contribuição sobre o Lucro Líquido - CSLL de dispêndios efetuados em atividades de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento);
  • A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI na compra de máquinas e equipamentos para P&D;
  • Depreciação acelerada desses bens;
  • Amortização acelerada de bens intangíveis;
  • Isenção do Imposto de Renda retido na fonte nas remessas efetuadas para o exterior destinado ao registro e manutenção de marcas, patentes e cultivares;
  • Subvenções econômicas, incorporada a linha de financiamento FINEP Inova Brasil, concedidas em virtude de contratações de pesquisadores, titulados como mestres ou doutores, empregados em empresas para realizar atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, regulamentada pela Portaria MCT nº 557.

Outra fonte de recursos para projetos inovadores são os fundos para eficiência energética e P&D do setor elétrico. O contrato de concessão firmado pelas empresas concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica com a ANEEL estabelece obrigações e encargos perante o poder concedente. Uma dessas obrigações consiste em aplicar anualmente o montante de, no mínimo, 0,5% de sua receita operacional líquida em ações que tenham por objetivo o combate ao desperdício de energia elétrica, o que consiste no Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição - PEE.

Workshop para Inovação

Nossos workshops utilizam uma forma ortodoxa e altamente disciplinada na geração de idéias, permitindo uma resposta rápida para a solução de problemas e busca de novas alternativas para manter a competitividade das empresas. A principal característica é analisar não só os desejos dos consumidores, mas também os “desejos” dos produtos. Inovamos com uma metodologia que envolve vários peritos trabalhando de forma colaborativa via Internet. Os workshops contam com uma equipe de peritos para compartilhar experiências de outros projetos. [ banco de peritos ] [ banco de ideias ]

Os workshops, tipicamente, têm duração de 6 dias úteis com as seguintes fases:

Workshop para Inovação

  1. Preparação (1 dia): Visita de um perito do assunto a ser abordado para a descrição estruturada do problema com os especialistas da empresa;
  2. Análise dos Peritos (3 dias): A descrição do problema é compartilhada diversos peritos para análise e recomendações via ambiente de colaboração virtual;
  3. Workshop (1 dia): Reunião de trabalho com os especialistas da empresa e um perito no papel de facilitador para analisar as opiniões e recomendações dos peritos; Seleção e ajustes das propostas que mais se alinham a realidade da empresa; e, desenvolvimento de um plano de ação com responsáveis e datas;
  4. Conclusão (1 dia): Elaboração e entrega do relatório final do workshop para a empresa com a identificação dos projetos;
  5. Projetos (a ser definido): Desenvolvimento e execução dos projetos identificados no workshop pela empresa; Opcionalmente, a equipe de peritos pode assumir a responsabilidade de implantação dos projetos.

Pesquisa sobre Inovação IBrX-50

A pesquisa avalia as iniciativas de inovação das empresas que compõem o índice IBrX-50 da Bovespa composta pelas 50 ações mais negociadas nos pregões. Por vários fatores essas empresas atraem investidores. O projeto está avaliando o impacto da inovação na atratividade dos investidores. Estão sendo monitorados três fatores: (1) ações de redução de custos operacionais a partir da inovação; (2) desempenho das ações; e, (3) ações de sustentabilidade ambiental.

A inovação é a única saída quando as iniciativas de melhoria contínua se esgotam. Quebras de paradigma são inevitáveis em requerem uma forte liderança e metodologia para identificar, desenvolver e implantar novos processos, novos materiais e produtos inovadores.

As iniciativas de inovação influenciam no desempenho das ações na bolsa, pois demonstram a maturidade organizacional da empresa e uma equipe de executivos com visão estratégica e inovadora.

Para avaliar a visão de longo prazo das empresas devem demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade ambiental, demonstrando responsabilidade social e engajamento na preservação do meio ambiente.

Saiba mais sobre o projeto.

Índice BOVESPA (IBOVESPA) Índice Brasil 50 (IBrX-50)

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