Radar xTech · Edições semanais
Radar xTech.A colisão antes da notícia.
Toda segunda-feira, o think tank cruza os eventos da semana em cinco frentes para encontrar o que nenhuma notícia isolada mostra: um setor já ocupa um recurso, outro vai precisar dele, e a oferta nova chega depois.
Cada edição transforma essa colisão em números, fontes e uma janela para decidir, enquanto ainda há tempo para agir.
- EnergyTech
- CleanTech
- DeepTech
- FinTech
- AgTech
Curadoria de Eduardo Mayer Fagundes, engenheiro, ex-CIO da AES Eletropaulo e CEO da nMentors Engenharia.
Toda edição procura o mesmo desenho: quem ocupa, quem vai exigir e quando chega a oferta.
- 01Estudo da semanaUma tese para um segmento de negócio, com dados técnicos e financeiros, fontes e o calendário de decisão.Post + PDF
- 02Relatório das cinco frentesO impacto dos eventos da semana em cada xTech, com a matriz evento × frente e os sinais que merecem atenção.Post + PDF · Português, Español, English
Às segundas-feiras. O estudo e o relatório da semana saem juntos, em post e PDF.
Evidência antes de opinião. Cada número traz a fonte, e cada tese traz os gatilhos que a confirmam ou a derrubam.
A nMentors Engenharia e consultores associados aplicam essas bases em projetos de energia, infraestrutura e IA.
Edições
Estudos e relatórios publicados
Mais recentes primeiro. Cada post abre com o resumo executivo e o link para o PDF.
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Energia em 2027: por que a conta vai subir e o acesso à rede passou a ter preço
A energia de 2027 já custa mais na curva de preços: o 1º trimestre fechou agosto a R$ 320,87/MWh na BBCE, 2,5 vezes o curto prazo. Somam-se o encargo de reserva de capacidade, que pode ir de R$ 7 para R$ 78/MWh até 2032, a alta de 9,41% na receita da transmissão e a CBS em janeiro. E o acesso à rede passou a ser leiloado: em 6 de outubro, três data centers levaram os 228 MW ofertados em São Paulo, com 451 MW de demanda. O estudo do Radar xTech mostra quem é mais exposto e o que fazer…
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A rede virou o ativo escasso
O briefing consolidado do Radar xTech cobre as cinco semanas de 1º de setembro a 5 de outubro de 2026: quatro cortes semanais e o ciclo de fechamento. O Copom levou a Selic a 13,75% e o dólar fechou 5 de outubro em R$ 5,00, mas o que limita data centers, eletrificação e renováveis no Brasil é a rede: 9 GW de pedidos de geração no Nordeste sem capacidade até 2031, leilão de transmissão de R$ 8,9 bilhões em 30 de outubro e baterias no leilão de reserva de 2026. A edição pública traz o Horizonte 1 completo, com decisões…
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O gargalo é a rede, não o capital
A projeção da Selic caiu para 13,50%, mas o ritmo de data centers e da eletrificação no Brasil é definido pela rede, pela energia contratada e pela conformidade. O ciclo de 29 de setembro do Radar xTech registra o custo marginal de operação do ONS 42,9% mais alto em uma semana, o leilão de transmissão de R$ 8,9 bilhões em 30 de outubro, as consultas da Anatel sobre Wi-Fi externo em 6 GHz e a cláusula de 67% de energia limpa do acordo Mercosul-EFTA, que favorece a matriz brasileira. Com juro real de 9,53%, o project finance segue travado.
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O valor migra de quem gera energia para quem controla flexibilidade, cadeia de baterias e custo de capital
O primeiro leilão nacional de armazenamento recebeu quase 300 GW em cerca de 6 mil propostas, volume que converte o BESS de tese de inovação em decisão de alocação de capital. Ao mesmo tempo, o curtailment cresceu 21% entre janeiro e agosto de 2026, a Pnast do ONS registrou 9 GW de pedidos no Nordeste diante de capacidade remanescente nula até 2031, e a CCEE passou a aplicar novas Funções de Custo Futuro nos modelos de formação do PLD a partir de 2 de setembro. A consulta pública sobre o Processo Produtivo Básico de baterias propõe conteúdo local crescente até…
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Armazenamento, rede e demanda digital redefinem a economia da infraestrutura energética brasileira
Brazil’s renewable-energy expansion is entering a new phase. Installed generation capacity alone no longer determines economic value; grid access, storage, flexibility, firm demand and cost of capital increasingly shape asset competitiveness. A projected 34 GW of energy storage across Latin America by 2035, Brazil’s battery auction expected in December 2026, connection constraints affecting solar projects and the expansion of data centers point to the same structural shift. Capital is likely to move from standalone renewable generation toward integrated architectures combining generation, battery storage, transmission and large loads. Competitive advantage will increasingly depend on coordinating physical infrastructure, contracts, financing and regulation.
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A escassez migra da energia para a capacidade de escoamento e continuidade
Brazil’s energy system is moving beyond simply adding generation capacity, now grappling with the deeper challenge of managing infrastructure to secure both energy security and competitiveness. The simultaneous occurrence of curtailed renewable output and rising demand underscores the urgent need to optimize transmission, storage, digital payment systems, and telecommunications. This shift is prompting a rethink of investment strategy, with location, flexibility, and contractual guarantees now weighing more heavily than raw installed capacity. Greater automation, meanwhile, introduces new financial risks for power producers, even as reliable infrastructure becomes essential for sectors like data centers and fintech. Ultimately, how well bottlenecks are…
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A infraestrutura elétrica passa a definir a competitividade da inteligência artificial
The expansion of AI data centers is reshaping the link between digital infrastructure and power systems — a dynamic now visible in Brazil. Brazil’s grid operator (ONS) recently warned that data center loads are approaching 2 GW, just as a major gas-fired plant, GNA II, went offline, cutting 1.7 GW of capacity. Together, these events show that grid connection, flexibility, and contingency planning now determine whether new data center projects are viable. Racks reaching 400 kW strain power and cooling, pushing storage, dedicated generation, and financing into the same equation. Advantage now favors operators integrating computing, firm power, connectivity, capital,…






